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Antônio Alves

Antônio AlvesNasceu na cidade de Piracema em 02/08/1941. Filho de Luzia Sofia de Souza e Lindorifo Alves Teixeira. Aos 12 anos mudou-se com seus pais e seus 06 irmãos para Belo Horizonte. Faleceu em 11/12/1979, em decorrência de insuficiência renal.

Foi aluno durante 04 anos do curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar de Minas Gerais. Formou-se na Academia de PMMG como Aspirante Oficial em 03/10/1963. Logo após sua formatura foi transferido para a Cidade de Montes Claros, onde permaneceu por 10 meses. Voltou para Belo Horizonte e serviu no B.E. (Batalhão Escola), antigo D.I., hoje Academia de Polícia Militar. Encerrou sua carreira Militar no Gabinete de Comando Geral da PMMG. Ainda na vida acadêmica, recebeu carinhosamente o apelido de “Bolinha”, de seus amigos de farda.

Logo após sua volta para Belo Horizonte, casou-se em 26/09/1964. O enlace aconteceu em cerimônia íntima civil na casa da família da noiva entre parentes e amigos mais chegados.

FILHOS DO CASAL:

Alcione Luzia Alves (26/09/1965). Primogênita, foi quem mais aproveitou da companhia do pai, até os seus 14 anos, quando aconteceu o esenlace carnal dele.

Alexandre Antonio Alves (11/07/1968). Desde pequeno andava de quepe da PM e falava que ia ser policial como seu pai. Hoje é Major da PMMG, também instrutor e chefe de seção na academia da PM, trilhando os mesmos passos do pai.

Alessandra Maria Alves (01/02/1977). Formada em Relações Públicas, solteira é a caçula dos 03 filhos. Quando o pai faleceu estava com dois anos e 10 meses de vida. Com pouca idade que tinha na época, guarda limitadas recordações do pai, mas todas elas sempre muito calorosas.

Foi professor no Colégio Tiradentes, Instrutor na academia da PM e sua patente até o falecimento foi de Major, Major Antônio Alves 10º.

Na adolescência já freqüentava a Mocidade Espírita “O Precursor” e a Campanha do Quilo “Francisco de Assis” da União Espírita Mineira. Lá conheceu sua futura esposa, Maria Joana de Medeiros e começaram a namorar.

Participava das tarefas e reuniões da Fraternidade Espírita Irmão Glacus desde a sua fundação, assiduamente na campanha de assistência dos passes aos enfermos. A assistência dedicada ao próximo lhe proporcionou uma sobrevida de mais 03 (três) anos após a constatação de uma doença renal grave.

Hoje ainda continua seu trabalho de amor como mentor espiritual das reuniões de educação mediúnica, às segundas-feiras na FEIG.

Agradecemos a família de Antônio Alves, que muito gentilmente cedeu sua biografia e foto para publicação no Jornal Evangelho e Ação.