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Hélio Loureiro

Hélio Loureiro nasceu em Raul Soares em 23/09/1937. Filho de Manoel Loureiro e Ana Martins Laia foi o penúltimo numa família de cinco filhos. Pouco tempo após seu nascimento mudou-se com a família para Mariana/MG. Alguns anos depois sua mãe perdeu a saúde, havendo necessidade então de ir morar com sua irmã mais velha em Ipiranga. Com ela morou até os 13 anos de idade, indo, posteriormente, morar com um irmão em Jequeri. Aos 14 anos foi acometido pela tuberculose que o fez internar-se para tratamento em Belo Horizonte, foi quando conheceu aquela que seria sua esposa, Rosa, que morava nas vizinhanças do hospital. Ficou ali hospitalizado por cerca de quatro anos sem obter melhoras. Aos 18 anos foi curado através da mediunidade de um senhor chamado Osvaldo e então iniciou a sua vida bancária.

Aos 19 anos quando pensava em casar-se, eis que a tuberculose o ataca novamente, estando até desenganado pelos médicos, quando felizmente recebeu alta médica após oito meses de tratamento.

Contava com 23 anos quando se casou, com Rosa teve quatro filhos: Stefânie, Dario, Fábio e Hélio.

Iniciou na Doutrina dos Espíritos por volta de 1966 no Centro Espírita Ismael, lá trabalhou como médium intuitivo, de psicofonia e também fazia parte da diretoria juntamente com o senhor Francisco Oliveira, que hoje também é um dos mentores de equipe de visita a enfermos da Casa de Glacus.

Em 1986, ingressou na Fraternidade Espírita Irmão Glacus. Apesar do pouco tempo, nosso irmão dedicou-se com afinco na Despensa Irmã Clandira, nas reuniões de tratamento das quartas-feiras e costumava também fazer palestras evangélicas nas reuniões públicas.

Hélio era, dentre outras coisas, alegre e carismático. Foi um pai especial. Admirava a natureza e gostava de fazer preces ao ar livre, sempre agradecendo ao criador por tantas maravilhas a nós doadas.

Há informações de que uma das suas últimas encarnações tenha sido em Portugal. Ele costumava dizer que a Doutrina Espírita não era novidade, quando fazia algum estudo, era como se já o tivesse feito antes.
A fé era sempre um sustentáculo na sua vida reta.

Mesmo antes de ser espírita, tinha intuições à cerca da aplicação do passe, usando deste recurso sempre que necessário em sua filha ainda bebê.

Em outubro de 1989, descobriu-se que Hélio estava com leucemia, iniciando aí, mais outra fase do sofrimento para nosso irmão, mas, que em momento algum manifestou qualquer tipo de revolta, apresentando sempre uma grande resignação.

Acredita-se que ele tenha pressentido seu desencarne, pois ainda no hospital, observando que seu relógio que trabalhava há muitos anos sem problema, parou. Disse a um dos seus filhos, que ele (Hélio) estava parando também.

No dia do seu desenlace, nosso irmão Ênio Wendling, após reunião pública de uma quinta-feira, fez um relato onde informou aos presentes, inclusive alguns filhos de Hélio, que uma equipe de espíritos mentores do Centro Ismael, estava juntamente com uma equipe da Casa de Glacus, se deslocando para o hospital onde estava Hélio, para auxiliar no desligamento do nosso irmão.

O deslocamento do Hélio se deu nos primeiros minutos do dia que estava começando, eram quinze minutos do dia 06 de outubro de 1989.

Alguns meses depois, houve uma manifestação dele através da mediunidade de uma irmã da nossa Casa, onde ele mencionava todas as belezas da natureza do lado de lá, pudemos perceber com isso que ele permanecia o mesmo, curtindo as paisagens como sempre fizera aqui no nosso planeta.